curiosidades

Relações Afetivas na Escola

 

 

“As crianças na etapa da educação infantil  precisam  de orientação quanto às suas atitudes, ao modo de tratar os colegas de turma e a professora, a fim de que se torne sociável e consiga conviver bem com o grupo.

Muitas delas chegam à Escola sem essa aprendizagem, sem saber como agir diante a tantas crianças tendo a mesma atenção que ela.

O papel do Educador é  trabalhar tais atitudes comportamentais através do brincar e do lúdico, criando situações que desenvolvam a integração da turma, o respeito ao próximo, os direitos e deveres de cada um.

É importante também que o Professor trabalhe com regras, para ensinar limites, porém não com a intenção de punir, mas levar  as crianças a perceberem que existe limites, que existe regras para que tudo funcione corretamente, e para que todos possam convier em harmonia. E levá-los a compreender que no ambiente escolar essas regras devem ser cumpridas.

A criança começa a ter um novo comportamento quando percebe que o próximo também tem seus direitos assim como ela, e tudo se dá ao limite que a ela foi apresentado.  E quando se trata de criança, a maneira mais coerente de fazê-la entender é de forma lúdica, é incentivando boas práticas, tais como o emprestar o brinquedo, o esperar a vez do coleguinha, o deixar passar na frente numa fila, ajudar o amiguinho a procurar algo, entre tantas outras situações. 
Brincadeiras de faz-de-conta, de super-herói , de casinha, pega – pega, esconde – esconde, são umas das entre tantas brincadeiras que aproximam as crianças afetivamente, além de estarem respeitando os limites dos outros estão percebendo regras, que por sinal são percebidas naturalmente, sem imposição.
Com atividades adequadas, voltadas para o brincar, a professora conseguirá integrar melhor o grupo, fazendo com que o mesmo apresente mais harmonia nas relações pessoais e que esse afeto seja um marco de respeito e cumplicidade entre eles”.

Texto redigido por mim mesma, em março de 2010. Mas que vale a pena ser lido, pois é tão atual como se tivesse sido redigido por mim, mãe, e não somente educadora!

 

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