Joice Mayumi Nozaki -Exemplo de educadora

 

 ”Assista o vídeo e conheça o trabalho da professora Joice Mayumi Nozaki,
da EMEF Professor Marques de Oliveira, em São Paulo.
Ela desenvolveu um projeto sobre as lutas na Educação
Física com os alunos da 5ª e 7ª séries e foi uma das vencedoras do Prêmio Victor Civita 2010.”

 

   

 Para mostrar as diferenças entre luta e briga aos alunos de 5ª e 7ª séries de São Paulo,

a educadora Joice Mayumi Levou a turma a estudar os movimentos corporais.

No início do ano, as turmas de 5ª e 7ª séries da EMEF Professor Mario Marques de Oliveira, na capital paulista,

 não sabiam apontar as diferenças entre briga e luta.

Coube à professora  definir com clareza a distinção:

diferentemente das pelejas de rua, as lutas têm regras e objetivos próprios e fazem parte da cultura.

O planejamento das aulas incluiu o ensino dos elementos que estruturam as modalidades: equilíbrio e desequilíbrio,

força, rapidez, atenção e agilidade.

Para entendê-los na prática, os alunos experimentaram jogos como o braço de ferro e confrontos com bexigas (o objetivo era tentar estourar a do colega).

Além da vivência do movimento, Joice investiu na pesquisa.

Enquanto a 5ª série inventava brincadeiras com base nos aspectos estudados,

a 7ª série procurava na internet informações sobre técnicas, histórias, vestimentas e países em que são praticados o judô, a esgrima e a capoeira.

“A meta foi ampliar o leque de práticas corporais que a garotada conhecia”, explica Joice.

   

  

 

  

 Fontes:

http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/video-lutas-educacao-fisica-604894.shtml

http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/joice-mayumi-nozaki-602343.shtml

 By: Rosimeire Lima

 

Deixe um comentário »

Expressão Corporal

Os pequeninos dançando na aula de Ed. Física


  Quando as danças são trazidas para a Educação Física, deve haver um estudo sobre elas,

pois não basta apenas colocar os alunos para se mexerem,

é necessário que haja uma reflexão sobre os diferentes tipos de dança,

 além de apresentar novos gêneros, permitir também que eles criem as coreografias. 

A educação física deve proporcionar experiências que viabilizem práticas significativas

com as danças presentes no universo cultural próximo e afastado, entre  elas, as danças folclóricas e populares.


Através do que é conhecido pelas crianças fica mais fácil apresentar novas referencias

e as danças apreciadas pelos alunos não devem de forma alguma ser descartadas,

sendo importante conversar com a moçada para conhecer as músicas e danças que eles gostam e conhecem.


Além de aprender mais sobre danças conhecidas, é essencial avançar e conhecer novos ritmos,

 levar os alunos a criarem novos repertórios.

Com base em lengalengas, paródias, é possível ter uma aula mais dinâmica e com conhecimentos significantes para os alunos.

 

Deixe um comentário »

Movimetos ritmados

Movimentos ritmados, acompanhando uma música, ajudam a despertar a consciência corporal da garotada

  

  

  

  

  

  

Dançar é uma das maneiras mais divertidas e adequadas para ensinar, na prática, todo o potencial de expressão do corpo humano.

 Enquanto mexem o tronco, as pernas e os braços, os alunos aprendem sobre o desenvolvimento físico.

 Introduzir a dança na escola equivale a um tipo de alfabetização.

“É um ótimo recurso para desenvolver uma linguagem diferente da fala e da escrita, aumentar a sociabilidade do grupo e quebrar a timidez”.

 E o melhor: o trabalho pode ser feito com turmas de todas as idades e de forma interdisciplinar, envolvendo as aulas de Artes e de Educação Física.

 O mais importante, no entanto, não é convencer a turma a ensaiar para se apresentar no final do ano.

 ”A prioridade é levar a criança a ter consciência corporal e entender como o corpo dela se relaciona com o espaço”.

 Por volta dos 10 anos, a criança sedentária pode apresentar encurtamento de alguns músculos, o que provoca tensão.

 Esse estado tira o corpo da postura vertical, fundamental para que os sentidos (visão, audição etc.) funcionem bem e para manter a concentração inclusive nas aulas.

Fique atento: nos garotos, as evidências mais comuns do encurtamento dos músculos são o corpo jogado para trás,

 a coluna curvada ao sentar e as pernas abertas quando estão parados em pé.

Já nas meninas, um corpo mal-educado se revela pelo abdome saliente, o bumbum empinado para trás e os ombros contraídos.

 Em ambos, pescoço tenso, coluna pouco ereta e desinteresse por esportes são motivos para deixar pais e educadores alertas.

Passos de dança e o alongamento contribuem para evitar a tensão.

 ”A dança é a única manifestação artística que realmente integra o corpo e a mente”.


  




Movimentos divertidos 


As atividades devem começar com a vivência das principais estruturas da dança.


Temos como referência teórica  o bailarino e educador Rudolf Laban (1879-1958), que criou uma ciência chamada coreologia.
  
Para ele, dança é articulação entre dançarino, som, movimento e espaço – os dois últimos amplamente abordados em sala.
  
Os pequenos compreendem o movimento – o que é, onde ocorre, como acontece e com quem se move – em jogos divertidos.
 
 Num deles, cada criança movimenta o amigo ao som da música.  
 
Para tratar do espaço que cada um ocupa, a professora deve abordar aspectos como os planos (largura, profundidade, altura),
 
 as direções (à esquerda, à direita, à frente e ao fundo), a distância (perto ou longe) e os níveis da dança (alto, médio e baixo).    

 

 


 

 
  
  
 
  
  
  
 
 

By: Rosimeire Lima

 

Deixe um comentário »

Cabo de Guerra

Cabo de guerra

Inicialmente é necessário mostrar aos alunos as diferenças existentes entre lutas e brigas.

Através de pesquisas conhecerem as diversas modalidades de luta e assim estudar suas técnicas e regras.

Existem brincadeiras que auxiliam na compreensão e entendimento de lutas, assim como desenvolvem nos alunos senso crítico, equilíbrio físico e mental,  superação de obstáculos, além de aprenderem a lidar com regras e objetivos,, tanto coletivo quanto individual.

O cabo de guerra é uma atividade muito usada nas escolas. Por ser um esporte que avalia força física e o objetivo é vencer, é necessário que as equipes trabalhem em união para derrotar o oponente.

Os alunos impulsionados pela competitividade não terão apenas a força como aliado, em bora seja a mais importante, é necessário que eles tenham equilíbrio, noção de espaço e o mais importante, concentração.

Nesse jogo, ganha quem conseguir derrotar a equipe oponente, trazendo-a até o limite delimitado pelo professor.

Nota: O cabo de guerra, como jogo de competividade leva os alunos a lidar com o fracasso e também a respeitar que os membros de sua equipe devem trabalhar em conjunto.

Os alunos aprendem a lidar com a derrota e a vitória, aprendem que a união faz a força.

 By: Rosimeire Lima

Deixe um comentário »

Luta x Briga

Os verbos “lutar” e “brigar” possuem o mesmo significado, aplicados indistintamente, como sinônimos de combater, disputar, contender…

tendo por objetivo expressar a oposição entre dois indivíduos ou a busca de um objetivo por parte de um ser.  

 O verbo “brigar” normalmente é usado para expressar a disputa física ou psicológica as quais ocorrem sem regras, imperando o desrespeito à pessoa oponente .

Quem dessa forma age, procura algo sem se importar com as conseqüências de seus atos e não dá valor aos possíveis efeitos de um briga sem o respeito.

Já o verbo “lutar” apresenta uma característica distinta, pois no caso da luta  está implícito o sentimento de regra, onde a disputa baseia-se no respeito entre as pessoas, bem como com o objetivo desejado.

E isso é facilmente notado, pois o verbo “lutar” é constantemente empregado na busca por objetivos, já o verbo “brigar” acaba por ser empregado no sentido de guerrear,

disputar (física ou psicologicamente) sem regras, podendo causar, ferimentos  físicos ou sentimentais.

 Embora esses verbos possuam o mesmo significado, o emprego deles demonstra  distinção.

 Porém o mais importante desta distinção não é circunscrever ao fato destes verbos apresentarem estas características,

mas sim à forma de como estamos agindo em nossas vidas, se somos brigadores, não respeitando os indivíduos ao nosso redor, a natureza, a até  nós mesmos,

ou se somos lutadores capazes de reconhecer as limitações e virtudes de nossos semelhantes,  respeitar e compreender toda a a natureza e por fim a nós mesmos.

Agindo como briguento, mais que ofender ao mundo externo, nossos semelhantes, estamos ofendendo a nós mesmos, 

mas sendo lutadores, estaremos buscando alcançar objetivos pautados em princípios absolutos e sólidos.

 

Reflexão

 

 E dessa forma cabe uma pergunta: o que somos brigadores ou lutadores?

 

By: Rosimeire Lima

Fonte:   < http://pt.shvoong.com/humanities/384385-lutar-brigar/ >

Deixe um comentário »

Curiosidades sobre a Amarelinha

 




O nome da brincadeira não tem nada a ver com a cor.

A palavra veio do francês, “marelle”, que aos ouvidos portugueses soava como diminutivo de amarelo, amarelinha.

A palavra original se referia a um pedaço de madeira, ficha de jogo ou pedrinha. Esses objetos eram usados no jogo para marcar o progresso do jogador.

Essa é só uma das denominações dadas à brincadeira.

Em Portugal, por exemplo, a brincadeira é conhecida como Jogo da Macaca.

Já em Angola é Avião ou Neca.

No Brasil, conforme a região ganha nomes tão variados como, Pular Macaco (Nordeste), Academia (Rio de Janeiro), Casa da Boneca (Ceará),

Sapata (Rio Grande do Sul) ou Maré (Minas Gerais); mas é como amarelinha mesmo que ela ficou mais conhecida.

 

 

 

  

 

By: Rosimeire Lima

fonte:  < http://www.livresportes.com.br/reportagem.php?id=1256 >





 

Deixe um comentário »

Conhecimento do corpo, por meio da Música

 


 

“É preciso compreender as possibilidades e limitações das crianças proporcionando a elas uma percepção adequada de si e a conquista e o aperfeiçoamento de novas capacidades motoras. Dentre as diversas possibilidades de movimentos podemos citar as lutas, subir e descer em árvores, jogar bola, dançar e outras, evitando modelos estereotipados. (P.C.N. 1998).”

  

visita a uma creche municipal

Estão tímidas

 

  

A dança e a música além de arte são também estimuladoras no processo do desenvolvimento infantil. Sendo uma grande aliada para atingir os objetivos propostos no que diz respeito ao descobrimento do corpo.Esse primeiro descobrimento do corpo se dá nos pequeninos entre dois e três anos de idade pois,nessa faixa etária eles são impulsionados a descobrir e experimentar o mundo por meio da exploração dos cinco sentidos.Músicas que trazem nas letras descrição dos membros do corpo, onde as crianças podem tocar no membro que foi falado é um dos exemplos que podemos usar para auxiliarmos os pequenos no descobrimento do corpo,onde eles se movimentam de forma livre e assim vão descobrindo em si (e em seus amiguinhos) as partes do corpo.

 Por isso que o descobrimento do corpo deve ser gradativo, assim uma criança de três anos entenderá facilmente que seu corpo é composto por membros e estes são denominados e tem suas próprias funções.


By: Rosimeire Lima

Deixe um comentário »

Amarelinha nas aulas de Ed. física

A amarelinha, nas aulas de educação física, como proposta de atividade é uma brincadeira que desvincula com ato de jogar que classifica vencedores e perdedores.Como  processo de construção de espaço em vivencia, essa brincadeira é para os alunos  mais atrativa e interessante, que se sentem estimulados sendo capazes de:

  • Reconhecer a existência de regras e obedecê-las, com o auxílio do professor;

  • Explicar verbalmente para outras crianças como se joga;

  • Reconhecer que há  possibilidades de variar e adaptar novas regras a partir de uma original;

  • Realizar os movimentos básicos de arremessar,   saltar com um ou dois pés, girar e equilibrar-se;Projetar e construir sequências de movimentos, levando em conta os seus limites corporais e os dos  colegas;

  • Perceber os efeitos da atividade física no ritmo de frequência cardíaca, notadamente nas atividades em velocidade.

Por ser uma atividade de performance individual dentro de uma perspectiva coletiva é necessário se atentar ao desempenho e entendimento das regras individualmente. Observar se essa coletividade teve a inclusão de todos os alunos.

Essa atividade é uma proposta para alunos do 1° ao 3° ano.


 

 


By: Rosimeire Lima



Fonte: <http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/pratica-pedagogica/amarelinhas-424347.shtml >

Deixe um comentário »

Dez Princípios para Um Bom Professor

  1. Aprimorar o educando como pessoa humana. A nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de corações, de dores, incertezas e inquietações humanas. 

    A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma. 

    De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie. 

    Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.

 

  1. Preparar o educando para o exercício da cidadania. Se de um lado, primordialmente, devemos ter como grande finalidade do nosso magistério o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso para o exercício exemplar e pleno da cidadania. 

    O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a fazer fazer, a construir espaço de sua utopia e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.  

  2. Construir uma escola democrática. A gestão democrática é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam pé, não abrem mão. 

    Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com eqüidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais no preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada. 

    Aqui, pois, reside uma possibilidade concreta: chegar à universidade e concluir um curso de educação superior e estar preparado para tarefas de gestão na governo do Estado, nas prefeituras municipais e nos órgãos governamentais. 

    Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.  

  3. Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho. Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações pedagógicas, era sempre estará marcando passo frente às novas transformações cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que eqüivale a dizer a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas ( porque a vida é processo inacabado) às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade.  
  4. Fortalecer a solidariedade humana. É papel da escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana. 

    Enfim, é na solidariedade que a escola pode desenvolver, no aluno-cidadão, o sentido de sua adesão às causas do ser e apego à vida de todos os seres vivos, aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.  

  5. Fortalecer a tolerância recíproca. Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando. 

    A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando. 

    Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.  

  6. Zelar pela aprendizagem dos alunos. Muitos de nós professores, principalmente os do magistério da educação escolar, acreditam que o importante, em sala de aula, é o instruir bem, o que pode ser traduzido, ter domínio de conhecimento da matéria que ministra aula. 

    No entanto, o domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adiante e conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações? 

    O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental. 

    O zelo pela aprendizagem passa pela recuperação daqueles que têm dificuldade de assimilar informações, sejam por limitações pessoais ou sociais. Daí, a necessidade de uma educação dialógica, marcada pela troca de idéias e opiniões, de uma conversa colaborativa em que não se cogita o insucesso do aluno. 

    Se o aluno fracassa, a escola também fracassou. A escola deve riscar do dicionário a palavra FRACASSO. Quando o aluno sofre com o insucesso, também fracassa o professor. A ordem, pois, é fazer sempre progredir, dedicar-se mais do que as horas oficialmente destinadas ao trabalho e reconhecer que nosso magistério é missão, às vezes árdua, mas prazerosa, às vezes sem recompensa financeira condigna que merecemos, mas que pouco a pouco vamos construindo a consciência na sociedade, principalmente a política, de que a educação, se não é panacéia, é o caminho mais seguro para reverter as situações mais inquietantes e vexatórias da vida social.  

  7. Colaborar com a articulação da escola com a família. O professor do novo milênio deve ter em mente que o profissional de ensino não é mais pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Articular-se com as famílias é a primeira missão dos docentes, inclusive para contornar situações desafiadoras em sala de aula. 

    Quanto mais conhecemos a família dos nossos alunos, mais os entendemos e mais os amamos. Uma criança amada é disciplinada. Os pais, são, portanto, coadjuvantes do processo ensino-aprendizagem, sem os quais nossa ensinança fica coxa, não vai adiante, não educa. 

    A sala de aula não é sala-de-estar do nosso lar, mas nada impede que os pais possam ajudar nos desafios da pedagogia dos docentes nem inoportuno é que os professores se aproximam dos lares para conhecerem de perto a realidade dos alunos e possam juntos, pais e professores, fazer a aliança de uma pedagogia de conhecimento mútuo, compartilhado e mais solidário.  

  8. Participar ativamente da proposta pedagógica da escola. A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar do processo de elaboração da proposta pedagógica da escola até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus educandos. 

    Um professor que não participa, se trumbica, se perde na solidão de suas aulas e não tem como pensar-se como ser participante de um processo maior, holístico e globalizado. O mundo globalizado para o professor começa por sentir-se parte no seu chão das decisões da escola, da sua organização administrativa e pedagógica.  

  9. Respeitar as diferenças. Se de um lado, devemos levantar a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança. Decerto, o respeito às diferenças de linguagem, às variedades lingüísticas e culturais, é a grande tarefa dos educadores do novo milênio. 

    O respeito às diferenças não tem sido uma prática no nosso cotidiano, mas, depois de cinco séculos de civilização tropical, descobrimos que a igualdade passa pelo respeito às diferenças ideológicas, às concepções plurais de vida, de pedagogia, às formas de agir e de ser feliz dos gêneros humanos. 

    O educador, pois, deve ter a preocupação é reeducar-se de forma contínua uma vez que nossa sociedade ainda traz no seu tecido social as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. Nossa missão, é dizer que podemos amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois, nelas, encontraremos nossas semelhanças históricas e ancestrais: é, dessa maneira, a nossa forma de dizer ao mundo que as diferenças nunca diminuem, e sim, somam valores e multiplicam os gestos de fraternidade e paz entre os homens. Pela manhã, o bom religioso, abre o livro sagrado e reflete sobre o bem e o mal. 

    Por um feliz amanhã, o bom professor abre a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e aprende a conciliar o conhecimento e a humanidade.

 

Deixe um comentário »

Deficiência no modelo Educacional

Como educadora ainda me choca ver cenas como estas abaixo, onde alunos de Escolas Públicas são alvos do analfabetismo  gerado pela insuficiência do método educacional.

O ensino básico que seria o alicerce  para a contrução do saber e do conhecimento não é levado a sério, já que com esse método retrógrado de reprovar os alunos só na 4ª série do ensino fundamental, onde já é tarde demais.

Deixe um comentário »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.